domingo, 27 de abril de 2008

FRENTE GERAL - TERCEIRAO

  • ATENÇAO ... CONTEUDO TERCEIRAO

  • Bom simulado e uma boa reflexao!
Beijinhos Scheyla

  • Revoluções Inglesas

  • Revolução Puritana (1640) – Substituição da Monarquia por Republica temporária;

  • Revolução Gloriosa (1688) – Pôs fim ao Absolutismo, consolidando a supremacia do Parlamento sobre a autoridade real;


  • Revolução Puritana

  • Lei dos Cercamentos ( descontentamento dos camponeses);

  • Agricultura auto-suficiente – Criação de Ovelha (manufatura de Lã);

  • Exportações – descontentamento dos Burgueses;

  • Conflitos Religiosos – Puritanos e Anglicanos, levam a conflitos no parlamento.

  • Guerra Civil: - Carlos I – Dinastia Stuart (1640)

Apoio da Nobreza

Partidários do absolutismo, nobreza, católicos ingleses e irlandeses

Carlos I decapitado ( 1649 )

- Cabeças Redondas – Parlamento

Presbiterianos (alta burguesia), nobreza liberal, puritanos

(pequena burguesia), “levellers” e “diggers”

Oliver Cromwell.

Estabeleceu uma Republica Puritana – 1649

Atos de Navegação – 1651

  • Revolução Gloriosa (1688)

  • Retorno dos Stuart no Poder – Carlos II – Contemporâneo a Luiz XIV

  • Implantação do Absolutismo – Descontentamento dos Burgueses e Parlamentares

  • Guilherme de Orange - Garantiu a manutenção do Anglicanismo e a liberdade do Parlamento; - Declaração de Direitos


- Revolução Industrial

  • Contexto da Revolução Industrial
    -necessidade de produzir cada vez mais e mais rápido
    -
    Inglaterra chegou na frente: ferro e carvão, mão-de-obra, navios, dinheiro
    - desenvolvimento de máquinas a vapor

Modernização e Tecnologias
- Navios e trens a vapor (facilitou o transporte de pessoas e cargas)
- desenvolvimento da indústria têxtil
- melhorias para poucos

A fábrica
- péssimas condições de trabalho
- salários baixos e castigos físicos
- trabalho infantil e feminino
- carga horária elevada e ausência de direitos
- barulho e poluição

Reações dos trabalhadores
- O ludismo à os quebradores de máquinas
- As trade unions à origem dos sindicatos (luta por direitos)
- O cartismo à direitos políticos para os trabalhadores

Neocolonialismo
- Europeus dividem a África e Ásia
- violência e exploração
- busca de matérias-primas e recursos vegetais


França antes da Revolução:

- Governo Absolutista: poder concentrado nas mãos dos reis (exemplo de rei absolutista: Luis XVI)
- Clero e nobreza (isentos de impostos e luxo)
- Camponeses e burgueses: pagavam impostos
- Clima de descontentamento e revolta na França
- Queda da Bastilha (prisão política e símbolo do absolutismo) : simbolizou o fim do sistema absolutista

Os jacobinos no poder da França

- período do Terror
- liderado por Robespierre
- mudanças radicais na França e muita violência
- nobres foram guilhotinados

Napoleão no poder da França

pacificou a França e melhorou a economia
• tentou transformar a França numa potência
• Guerras: conquista de territórios
• Bloqueio Continental a Inglaterra
• Campanha na Rússia: fracasso

O Iluminismo

  • Movimento de idéias contrárias ao Antigo Regime.

  • Combatia o absolutismo, o mercantilismo, os privilégios feudais, etc.

  • Principais pensadores:

    • Locke, autor do Segundo Tratado do Governo Civil, defendia um governo liberal;

    • Voltaire, autor das Cartas Inglesas, foi inspirador do despotismo esclarecido;

    • Montesquieu, autor de Espírito das Leis, defendia o Estado de Direito e o princípio da tripartição dos poderes;

    • Rousseau, autor do Contrato Social, propôs um governo democrático fundado na vontade geral.

  • Fisiocratismo (Quesnay) e o Liberalismo combatiam o intervencionismo mercantilista.

  • A Enciclopédia foi um resumo panfletário do Iluminismo, organizado por Diderot e D’Alembert.

  • Iluminismo foi a ideologia que deu início a uma “era de revoluções”, destacando-se, ainda, o despotismo esclarecido em que monarcas absolutos aplicavam parte das idéias iluministas, reformando seus Estados. Também influenciou a independência dos Estados Unidos, a Revolução Francesa e os movimentos emancipadores da América Latina, entre outros.




FRENTE BRASIL - TERCEIRAO

Boa Noite minhas mentes avidas do amanha!!!!

Esse conteudo, e exclusivo do TERCEIRAO!!!

Otimas reflexoes e Bom Simulado!


PORTUGAL E EUROPA NO SÉCULO XIX
• Revolução Industrial e Revolução Francesa
• liberalismo econômico e liberalismo político
• Portugal ⇒ dependência econômica em relação às
potências
• Bloqueio Continental ⇒ dependência econômica de
Portugal explica a difícil situação lusitana nesse conflito
• D. João - jogo duplo
• 1807 - “Convenção secreta” - Portugal e Inglaterra
• Tratado de Fontainebleau - França e Espanha
• 29/11/1807 - vinda da Família Real ao Brasil
• 22/01/1808 - chegada da Família Real
O Brasil, que até então era colônia, passou a ser sede do
governo português.
• 22/01/1808 - abertura dos portos brasileiros às nações
amigas ⇒ fim do pacto colonial - de acordo com os
interesses ingleses e da aristocracia rural brasileira

O GOVERNO JOANINO NO BRASIL
Em janeiro de 1808, Portugal estava preste a ser invadido pelas tropas francesas comandadas por Napoleão Bonaparte. Sem condições militares para enfrentar os franceses, o príncipe regente de Portugal, D. João, resolveu transferir a corte portuguesa para sua mais importante colônia, o Brasil. Contou, neste empreendimento, com a ajuda dos aliados ingleses.

Chegada da família real ao Brasil

Nos quatorze navios, além da família real, vieram centenas de funcionários, criados, assessores e pessoas ligadas à corte portuguesa. Trouxeram também muito dinheiro, obras de arte, documentos, livros, bens pessoais e outros objetos de valor. Após uma forte tempestade, alguns navios foram parar em Salvador e outros na cidade do Rio de Janeiro. Em março de 1808, a corte portuguesa foi instalada no Rio de Janeiro. Muitos moradores, sob ordem de D. João, foram despejados para que os imóveis fossem usados pelos funcionários do governo. Este fato gerou, num primeiro momento, muita insatisfação e transtorno na população da capital brasileira. No ano de 1818, a mãe de D. João, D. Maria I, faleceu e D. João tornou-se rei. Passou a ser chamado de D. João VI, rei do Reino Unido a Portugal e Algarves.

Abertura dos portos às nações amigas

Uma das principais medidas tomadas por D. João foi abrir o comércio brasileiro aos países amigos de Portugal. A principal beneficiada com a medida foi à Inglaterra, que passou a ter vantagens comerciais e dominar o comércio com o Brasil. Os produtos ingleses chegavam ao Brasil com impostos de 15%, enquanto de outros países deveriam pagar 24%. Este privilégio fez com que nosso país fosse inundado por produtos ingleses. Esta medida acabou prejudicando o desenvolvimento da indústria brasileira.

Medidas tomadas por D. João

D. João adotou várias medidas econômicas que favoreceram o desenvolvimento brasileiro. Entre as principais, podemos citar: estímulo ao estabelecimento de indústrias no Brasil, construção de estradas, cancelamento da lei que não permitia a criação de fábricas no Brasil, reformas em portos, criação do Banco do Brasil e instalação da Junta de Comércio.
Do ponto de vista cultural, o Brasil também saiu ganhando com algumas medidas tomadas por D. João. O rei trouxe a Missão Francesa para o Brasil, estimulando o desenvolvimento das artes em nosso país. Criou o Museu Nacional, a Biblioteca Real, a Escola Real de Artes e o Observatório Astronômico. Vários cursos foram criados (agricultura, cirurgia, química, desenho técnico, etc) nos estados da Bahia e Rio de Janeiro.

SINTESE

• 1808 - Alvará de Liberdade Industrial (revogava o alvará de
1785, de D. Maria I)
• aristocracia - mentalidade rural e escravista
• 1808 - Banco do Brasil
• Comércio e Navegação ⇒ taxa de 15% para as
mercadorias inglesas e declarava livre o porto de SC
• Aliança e Amizade ⇒ gradual extinção do tráfico negreiro
no Brasil
• 16/02/1815 - Reino Unido a Portugal e Algarves ⇒ essa
medida dava a Portugal o direito de voto no Congresso de
Viena
• política interna do governo joanino ⇒ tentativa de manter o
equilíbrio entre a aristocracia brasileira e os comerciantes
portugueses
• política externa do governo joanino
• ⇒ conquista da Guiana Francesa - 1809 ⇒ represália a
Napoleão
• ⇒ conquista da Banda Oriental: Uruguai
Limitar o extremo sul do Brasil com o rio da Prata
A Revolução Liberal do Porto 1820
• constitucionalização
• expulsão de Beresford
• retorno de D. João
• recolonização do Brasil


REVENDO OS CONTEUDOS

Movimentos emancipacionistas


a) A Inconfidência Mineira (1789)
A Inconfidência Mineira foi o primeiro movimento emancipacionista do Brasil, tendo como sede a
cidade de Vila Rica, atual Ouro Preto.
Incentivados pelos ideais iluministas (Liberdade, Igualdade e Fraternidade) e também pela
Independência do Estados Unidos, os inconfidentes lutavam contra a dominação Portuguesa,
principalmente contra a opressão fiscal da Metrópole, cada vez maior em conseqüência da decadência da mineração e do aumento da dívida da Coroa.
Os inconfidentes, em sua maioria, eram membros da elite social e intelectual mineira, como José
Álvares Maciel, Tomás Antônio Gonzaga, Alvarenga Peixoto e Cláudio Manuel da Costa.
Os conspiradores, no intuito de contar com o apoio popular, marcaram o início da revolta para o dia da decretação da derrama (cobrança forçada de impostos atrasados, até atingir 1.500 kg de ouro). No entanto, três participantes – Joaquim Silvério dos Reis, Basílio de Brito Malheiro do Lago e Inácio Correia Pamplona – traíram seus companheiros, delatando o movimento ao Visconde de Barbacena, governador de Minas Gerais. Dos envolvidos, o único condenado à morte foi o alferes Joaquim José da Silva Xavier, vulgo Tiradentes.
Além da Independência da Colônia, os inconfidentes tinham outros objetivos, como a instalação de indústrias, a criação de um governo republicano, a criação de uma universidade em Vila Rica, a transferência da capital para São João Del Rey e a abolição parcial da escravatura.

b) Conjuração Baiana ou Guerra dos Alfaiates (1798)
Revolta de caráter popular relacionada com a crise do sistema colonial, fortemente influenciada
pelos ideais de liberdade e igualdade da Revolução Francesa, graças à atuação dos intelectuais maçons. Diferentemente da Inconfidência Mineira, a Conjuração Baiana, apesar da importante atuação dos membros da elite social e intelectual, teve forte caráter popular, contando com grande número de negros e mulatos, de escravos e libertos. Além disso, os baianos pregavam o fim da escravidão e dos preceitos raciais. O movimento tem fim com a prisão de diversos líderes, dos quais quatro foram condenados à morte: Lucas Dantas, João de Deus, Manuel Faustino dos Santos e Luís Gonzaga das Virgens. Dos condenados, dois eram alfaiates, daí o segundo nome do movimento.

c) Revolução Pernambucana (1817)
Revolta inspirada na Revolução Francesa, na Independência dos Estados Unidos e nas lutas de
emancipação ocorridas na América Espanhola, que teve por objetivo imediato tirar o controle do comércio da mão dos portugueses, que tanto prejudicava os rendimentos da elite local.
Assim como na Conjuração Baiana, na Revolução Pernambucana é de destaque a atuação da
maçonaria e a participação de setores menos privilegiados da sociedade local. De posse de Recife, os rebeldes organizaram o primeiro governo brasileiro independente de caráter republicano. A revolta também se estendeu a áreas vizinhas, como a Paraíba, Rio Grande do Norte e Ceará.
Depois de três meses de independência, as tropas legalistas ocuparam Recife, prendendo e
executando os principais líderes.

segunda-feira, 31 de março de 2008

Revisão

REVOLUÇÃO RUSSA
CONCEITO GERAL:
Movimento social ocorrido na Rússia em 1917 que levou ao poder pela 1.ª vez na história a classe operária, implantando o socialismo.
Causas:
• Empobrecimento do povo russo notadamente no campo
• Fome, gravíssimas injustiças sociais
• Atraso tecnológico e militar
• Entrada da Rússia na 1.ª Guerra Mundial e as sucessivas derrotas
• O fraco poder da Duma
• A criação dos soviets
• A Revolução de fevereiro de 1917 se mostrou ineficaz
• A divisão do movimento operário russo em mecheviques e bolcheviques
Principais acontecimentos e características:
• Lênin defende em abril todo poder aos soviets e paz, terra e pão
• Trotsky organiza o exército vermelho
• Os bolcheviques tomam o poder a 25 de outubro
• O comunismo de guerra bolcheviques X brancos
• A saída da Rússia da 1.ª Guerra Mundial (Brest-Litovsk)
• A NEP: doses de capitalismo no socialismo
• A morte de Lênin e o confronto Stalin X Trotsky
• Criação dos planos qüinqüenais
• Stalin o consolidador da URSS e “traidor” da causa socialista
• Guerra Fria
Conseqüências:
• Fortalecimento dos movimentos operários em todo mundo, inclusive no Brasil;
- Criação de partidos comunistas em todo mundo, inclusive no Brasil (1922);
• Implantação do socialismo na China e em outros países;
• Criação por parte da burguesia da idéia do perigo vermelho em todo o mundo;
• Tentativa em várias partes do mundo da implantação de governos socialistas.

Revisão Simulado! ... !

Primeira Guerra Mundial

Em meados do século XIX, algumas nações já se despontavam, e essas foram buscar novos mercados e matéria-prima, fato que ficou conhecido como Imperialismo. A maioria dos países imperialistas já tinha aderido ao processo de industrialização, então com isso tinham capacidade de produzir mercadorias.
A disputa por mercado criou rivalidade entre os países imperialistas, gerando focos de tensão, mas o real motivo da eclosão da Primeira Guerra Mundial não foi apenas a disputa de mercado, outros fatores foram fundamentais para o acontecimento da guerra como: - A rivalidade anglo-alemã: Gerada a partir da competição industrial e comercial. A Alemanha se tornou uma potência industrial e seus produtos ficaram conhecidos praticamente em todo o mundo, inclusive na Inglaterra.
A partir da ascensão alemã, que a tornou fortalecida, a nação queria que houvesse uma reformulação no mundo colonial. A Inglaterra não aceitou a proposta alemã e retrucou afirmando que iria manter suas colônias a qualquer custo. - A rivalidade franco-alemã: A França também era contra a Alemanha, por ter sido derrotada na guerra franco-prussiana (1870-1871), perdendo territórios. - A rivalidade russo-alemã: A Alemanha planejava construir uma ferrovia de Berlim a Bagdá, no Oriente Médio, região com alto potencial petrolífero e com grandes reservas. Porém a construção iria atravessar uma área já cobiçada pela Rússia, a Península Balcânica e o império Turco-Otomano.
A rivalidade Austro-Russo: A Rússia queria obter uma saída pelo mar mediterrâneo, como pretexto para atingir seus objetivos criou o Pan-eslavismo, movimento político com o intuito de conseguir “direito” de defender e proteger as pequenas nações da península Balcânica. Alianças Após vários acordos, dois blocos militares foram criados: A Tríplice Aliança, com Itália e Áustria-Hungria e a Tríplice Entente, com Inglaterra, França e Rússia. Paz armada Diante da definição dos blocos militares rivais, as grandes nações européias saíram em uma corrida armamentista, aceleração da produção bélica, criação de novos armamentos e reforço de contingente militar.
O início da guerra ocorreu devido ao assassinato, em 28 de julho de 1914, do herdeiro ao trono Austríaco, Francisco Ferdinando e sua esposa, o autor dos tiros foi um estudante do movimento jovem Bósnia. Enfim, em 28 de julho de 1914, a Áustria declarou guerra a Sérvia eclodindo a Primeira Guerra Mundial. Em apenas uma semana os principais países já tinham entrado na guerra.
A Primeira Guerra Mundial, que foi um conflito armado envolvendo vários países, pode ser dividida em três fases:
• Primeira fase (1914): ficou caracterizada por envolver vários exércitos em ofensivas rápidas. Os alemães, certos da vitória, invadiram a Bélgica e parte do território Francês, então os franceses contra-atacaram e conseguiram conter o exercito alemão.
• Segunda fase (1915-1916): foi marcada pelas extensas trincheiras construídas pelos próprios soldados. Enquanto isso, o exército alemão derrotava sucessivas vezes os russos que eram mal treinados e mal armados. Em 1915, a Itália traiu a aliança com os alemães e mudou de lado com intenção de conseguir territórios. Nesse mesmo momento, as indústrias armamentistas apresentavam suas novidades destruidoras, canhões, gás venenoso, lança chamas, o avião e o submarino, que favoreceu o crescimento do número de mortos.
• Terceira fase (1917-1918): ocorreram dois fatos marcantes nessa fase, a entrada dos americanos no conflito e a saída dos russos. A razão pelo qual os EUA entraram na guerra foi devido aos grandes investimentos feitos na Inglaterra e na França e queria garanti-los. Ao contrário, a Rússia saiu por causa de problemas internos e, mais ainda, para implantação da Revolução Socialista de 1917.
• Uma rebelião popular interna e a mudança da monarquia para república foram determinantes para o fim da guerra, que após dois dias dos acontecimentos, foi assinado um documento que declarava o fim da guerra e sua rendição. Em 1919 foi imposta à Alemanha, no dia 28 de junho, o Tratado de Versalhes. Tratado de Versalhes Ficou estabelecido no Tratado de Versalhes que a Alemanha deveria cumprir as seguintes propostas:
• Devolver a Alsácia e a Lorena à França.
• Ceder minas de carvão do Sarre à França num prazo de 15 anos.
• Entregar suas colônias, submarinos e navios à Inglaterra, França e Bélgica.
• Pagar aos vencedores a bagatela de 33 milhões de dólares.
• Reduzir armamentos, não possuir força aérea, não fabricar armas e não ter um exército superior a 100 mil homens.
Depois do conjunto de acontecimentos o resultado, ou conseqüência, da Primeira Guerra Mundial foram: -Declínio Europeu (9 milhões de mortos, 40 milhões de mutilados). -Ascensão dos EUA como potência mundial. - Implantação do socialismo na Rússia. - Surgimento de regimes ditatoriais autoritários, como nazismo e fascismo.

Revisão Simulado! ... !

Revisão

segunda-feira, 3 de março de 2008

Republica Oligarquica (1894 - 1930)


Prudente de Morais:

  • Guerra de Canudos (1896-97) - Movimento de resistência à opressão dos latifundiários.
  • Sistema econômico comunitário - Atração para sertanejos que viam no arraial a possibilidade de viverem livres da opressão dos coronéis.

  • Para os sertanejos, o arraial era a “terra prometida”.

  • Para os padres e latifundiários, era um “reduto de fanáticos assassinos”.

  • Guerra de Canudos - ligada às condições econômicas do Nordeste.

  • 1893 - Arraial de Canudos – Rio Vaza-Barris – Antônio Conselheiro.

  • Constantes derrotas militares - soldados desconheciam a região da Caatinga – Guerra Santa

  • O arraial não resistiu e caiu a 5 de outubro”.



Campos Salles (1898-1902):

  • Política dos Governadores - comissão verificadora de poderes fraudes.

  • Coronel - Chefe político local

  • Oligarca - Domina a política estadual

  • Separação entre o Amapá e a Guiana Francesa.



Rodrigues Alves (1902-1906):

  • Urbanização e saneamento

    Revolta da Vacina


    Ocorreu no Rio de Janeiro em 1906, contra a política de vacinação forçada adotada pelo governo de Rodrigues Alves no combate à epidemia de varíola. No início do século, a capital do país foi assolda por algumas epidemias, como a peste bubônica e a varíola, e contra esta última, o governo promoveu a vacinação da população.

  • Vários fatores contribuíram para a rebelião popular:
    1) A vacinação foi decretada obrigatória, e o governo formou então as brigadas sanitárias, grupos encarregados de promover a vacinação nos bairros e que utilizou-se de grande violência.
    2) A propaganda contrária realizada por grupos monarquistas, aproveitando-se do desconhecimento da situação por parte da população, estimulando-a à rebelião. Notem que nos dois casos há um profundo desprezo pelas camadas populares. As elites, no poder ou na oposição, não possuíam a mínima preocupação em esclarecer a sociedade em relação aos procedimentos adotados.
    A rebelião ocorreu nos bairros, onde a população ergueu barricadas e com pau e pedras enfrentou a polícia. Após intensa repressão e a prisão de várias pessoas, a vacinação foi completada, eliminando-se a varíola da cidade.
Contestado

Em 1912, no limite entre Santa Catarina e Paraná, houve um conflito bastante semelhante ao de Canudos, ou seja, camponeses expulsos de suas terras e sem trabalho decidiram organizar uma comunidade sob o comando de um monge.

Dois fatores contribuíram para que houvesse tantas pessoas sem ter para onde ir: um deles foi o fato de uma empresa norte-americana, ao construir uma estrada de ferro que iria ligar São Paulo ao Rio Grande do Sul, ter saído desapropriando terras e, em troca, muito gentilmente, oferecendo trabalho aos camponeses na construção da ferrovia. Quando as obras terminaram, uma população enorme de camponeses ficou sem ter o que fazer nem para onde ir. Esta situação era semelhante à dos camponeses expulsos de suas terras por poderosas empresas madeireiras que vinham se instalando na região.

Quando esses camponeses se uniram sob o comando de um líder religioso, o "monge" José Maria – que defendia a criação de uma sociedade igualitária com distribuição das terras – o governo rapidamente tratou de dizimar esse movimento camponês, mandando até aviões para acabar com a comunidade (em 1915).


  • Venceslau Brás (1914-1918):

  • 1.ª Guerra

  • Greves operárias



Declínio das Oligarquias Agrárias

  • 1.ª Guerra - Mudanças econômicas, sociais e políticas

  • Econômicas - Crescimento do setor fabril brasileiro. O crescimento industrial promoveu o desenvolvimento urbano do sul burguesia industrial, classe média urbana e operariado.

  • Passam a contestar o sistema vigente – prejudicados pelo modelo econômico de privilégios aos cafeicultores e pelo modelo político caracterizado pela fraude.



Tenentismo

  • Movimento político e militar de constestação ao poder das oligarquias. Como o apoio dos tenentes, as oligarquias dissidentes lideraram a Rev. de 30.



Epitácio Pessoa (1919-22):

  • Modernismo - A Semana, na verdade, foi a explosão de idéias inovadoras que aboliam por completo a perfeição estética tão apreciada no século XIX. Os artistas brasileiros buscavam uma identidade própria e a liberdade de expressão; com este propósito, experimentavam diferentes caminhos sem definir nenhum padrão. Isto culminou com a incompreensão e com a completa insatisfação de todos que foram assistir a este novo movimento. Logo na abertura, Manuel Bandeira, ao recitar seu poema Os sapos, foi desaprovado pela platéia através de muitas vaias e gritos.





Republica da Espada (1889 - 1894)

A república da espada (1889 –1894)

Proclamação da República (15 / 11 / 1889)

  • Foi conseqüência de um longo processo de transformações e de questões sociais, políticas e econômicas que abalaram o alicerce do trono.

  • Forças envolvidas: Exército e fazendeiros de café + conjugação de interesses.

  • Facilidade e perplexidade: golpe de Deodoro.

  • Indecisão de muitos republicanos.

  • Não houve participação popular.



Os interesses das forças envolvidas:

  • Exército: razões corporativas e ideológicas + busca de afirmação como instituição importante, positivismo e o ideal messiânico de purificação das instituições políticas.

  • Fazendeiros de café: interesses econômicos + rentabilidade do café.



Divergências: Civis X Militares

Questões

Organização política republicana:

  • Militares: regime político centralizado com um Poder Executivo forte.

  • Aristocracia agrária: regime federativo (descentralização) com autonomia para os Estados sem interferência do poder central triunfo.



Governo Provisório (1889-1891): Deodoro da Fonseca

  • Composição variada: militares, aristocracia e profissionais liberais + conflitos e discórdias.

  • Deodoro da Fonseca: autoritarismo e desgaste político.

Medidas:

  • Dissolução das Assembléias Provinciais, das Câmaras Municipais e da Câmara dos Deputados.

  • Extinção da vitaliciedade do Senado.

  • Expulsão da família real.

  • Transformação das províncias em estados.

  • Extinção do Conselho de Estado.

  • Nomeação de interventores para os estados.

  • Criação da bandeira republicana nacional: lema positivista (“Ordem e Progresso”).

  • Laicismo: separação entre o Estado e a Igreja.

  • Liberdade de culto.

  • Implantação do casamento civil.

  • Grande naturalização: residentes no Brasil

  • Encilhamento: crise econômica.

  • Ministro da Fazenda: Rui Barbosa.



Política econômica:

  • Objetivos: industrialização e independência econômica.

  • Reforma financeira: aumento das tarifas alfandegárias, facilidade na importação de matérias-primas, tratado de comércio (açúcar) com os EUA, emissões de moeda, facilidade de crédito.

  • Oposição: da aristocracia agrária, dos importadores e dos grupos financeiros internacionais.

  • Conseqüências: inflação, especulação, “empresas fantasmas” + aumento do custo de vida e dos gastos dos empresários, desvalorização da moeda e falências.



Convocação da Assembléia Constituinte:

  • militares: oposição.

  • civis: pressão.



Autoritarismo de Deodoro:

  • deterioração das relações entre Deodoro e os ministros.

  • aumento da oposição a Deodoro da Fonseca.

Constituição de 1891:

Assembléia Constituinte:

  • a maioria dos deputados eleitos era contrária as idéias de Deodoro da Fonseca ® reflexo da sua impopularidade.

  • centro de oposição ao chefe do governo.

  • conflitos ideológicos: continuação da ditadura X soberania do Poder Legislativo.

  • Características:

  • promulgada.

  • forma de governo: República Federativa Presidencialista.

  • Nome oficial do Brasil: Estados Unidos do Brasil.

  • democrática e liberal.

  • princípios: federalismo, presidencialismo e regime de representatividade.

  • autonomia estadual (econômica e administrativa): elaborar constituição própria, organizar forças policiais e militares, eleição de governadores (chamados de presidentes), Assembléia Legislativa, contrair empréstimos externos, criar impostos, códigos eleitorais ® eram 20 estados.

  • voto: sufrágio universal direto e descoberto para todo cidadão maior de 21 anos, exceto analfabetos, mulheres, mendigos, militares sem patente e religiosos de ordem monástica.

  • três poderes de Estado: Executivo, Legislativo e Judiciário.

  • mandato de presidente e vice-presidente: 4 anos; não podia haver reeleição.

  • senadores: mandato de 9 anos.

  • deputados: mandato de 3 anos.

  • igualdade perante a lei.

  • liberdade religiosa.



Governo Constitucional (1891):

Deodoro da Fonseca

Eleição do primeiro presidente do Brasil:

Seguindo determinação constitucional, foram eleitos indiretamente e excepcionalmente pelo Congresso Nacional:

  • Presidente: Deodoro da Fonseca.

  • Vice-presidente: Floriano Peixoto.

  • o candidato concorrente (oposição) foi Prudente de Morais do PRP.

  • Floriano Peixoto foi o candidato da chapa de Prudente de Morais.

  • ameaça de intervenção militar caso Deodoro da Fonseca não ganhasse a eleição.



Instabilidade e Desgaste Governamental:

  • antagonismo entre o governo e o Congresso.

  • o governo possuía minoria parlamentar no Congresso.

  • o Congresso era dominado pelas oligarquias estaduais opositoras do governo.

  • Deodoro renuncia e entrega o poder ao vice-presidente.